Imagem de Jequitaí, Minas Gerais

Jequitaí

Minas Gerais · Sudeste · gentílico: jequitaiense

Jequitaí é um município em Minas Gerais, na região Sudeste do Brasil. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 6.484 habitantes em 1.268,4 km², o que dá 5,11 habitantes por km². É o 508º mais populoso de Minas Gerais (entre 853 com dados) e o 3.794º do Brasil. Pertence à microrregião de Pirapora, na mesorregião Norte de Minas, e à região geográfica imediata de Montes Claros. Em linha reta, fica a cerca de 304 km de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

Em números

População
6.484
Censo 2022
Área
1.268,4 km²
Censo 2022
Densidade
5,11 hab/km²
Censo 2022
Posição
508º em MG
3.794º no Brasil, por população

De onde vem o nome

Existem pelo menos duas explicações quanto à origem do nome da cidadeː Como o alimento básico de que os garimpeiros que povoaram a cidade se serviam era o peixe, eles armavam um balaio (Jequi), no meio das pedras (Ita) dentro do rio (Hy), onde nasceu o nome Jequitaí, que até hoje se conserva, devido a sua origem e significado. o tupinólogo Eduardo Navarro sugere que "Jequitaí" surgiu do termo da língua geral meridional îekytá'y, que significa "rio dos jequitás (Desmoncus rudentum)".

Da seção “Etimologia” do artigo de Jequitaí na Wikipédia em português · ler no original.

Quem nasce em Jequitaí é jequitaiense, segundo o IBGE.

História

O município de Jequitaí tem sua história ligada ao ciclo do ouro, descoberto no ano de 1872, já no final do Império, por viajantes que faziam o trajeto Vila de Formigas, hoje Montes Claros (MG), para Vila Nossa Senhora do Bom Sucesso e Almas da Barra do Rio das Velhas, hoje Barra de Guaicuí, distrito de Várzea da Palma(MG). Ao atravessarem um rio, no lugar denominado Porto Inhay, encontraram diamantes de qualidade apreciável e ali se estabeleceram.

Depois, prosseguindo em sua viagem, chegaram à fazenda do Major Cipriano de Medeiros, mais tarde Barão de Jequitaí, a quem vendeu os diamantes, o Major, por sua vez os comercializou em Diamantina (MG). A notícia do descobrimento das preciosas pedras se espalhou, trazendo às margens do referido rio gente de toda a parte. Mais ou menos 500 garimpeiros que se acampavam em choças de palha e capim formavam um futuro arraial.

A maior parte de seus primeiros habitantes eram diamantinenses e, em homenagem a esses intrépidos, hoje existem na cidade algumas ruas com os nomes: Diamantina, Mendanha, Inhay, etc. Como o alimento básico de que os garimpeiros se serviam era o peixe, eles armavam um balaio (Jequi), no meio das pedras (Ita) dentro do rio (Hy), onde nasceu o nome Jequitaí, que até hoje se conserva, devido a sua origem e significado.

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Gentílico: jequitaiense

Pela Lei Provincial nº 1996 de 14 de novembro de 1873, foi elevado à categoria de Vila de Jequitaí, com sede no Arraial do Senhor do Bonfim, então município de Montes Claros (MG). Dois anos depois, a Lei nº 2145 transformou a Vila de Jequitaí em distrito de Montes Claros (MG).

Pela Lei Provincial nº 2810 de 04 de outubro de 1881, foi a sede transferida para o Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Jequitaí, e mais tarde elevada à cidade de Jequitaí, pela Lei Provincial nº 3276, de 30 de outubro de 1884, época esta de notório desenvolvimento, motivado pela lavoura, e, em grande parte, pela extração de seus diamantes.

No entanto o povo de Jequitaí gozou as regalias de cidade por pouco tempo, já que a Lei nº 44 de 17 de abril de 1890 reduziu a cidade a um simples distrito, passando a denominar-se Vila Nova de Jequitaí, sofrendo um grande revés, voltando a pertencer a Montes Claros (MG).

Em 1948 foi proclamada a independência político-administrativa de Jequitaí, sendo elevada novamente a categoria de cidade pela Lei nº 336 de 27 de dezembro de 1948, constituído somente do distrito da sede.

Texto do IBGE (Cidades), reproduzido como publicado; fonte citada pelo IBGE: Prefeitura Municipal de Jequitaí (MG). Secretaria Municipal de Educação. Pode estar desatualizado ou conter imprecisões da fonte original.

Fatos e datas

Os acontecimentos com data que aparecem no texto do IBGE sobre Jequitaí, em ordem cronológica. As frases estão como no original, sem resumo.

  1. 1872

    O município de Jequitaí tem sua história ligada ao ciclo do ouro, descoberto no ano de 1872, já no final do Império, por viajantes que faziam o trajeto Vila de Formigas, hoje Montes Claros (MG), para Vila Nossa Senhora do Bom Sucesso e Almas da Barra do Rio das Velhas, hoje Barra de Guaicuí, distrito de Várzea da Palma(MG).

  2. 1873

    Pela Lei Provincial nº 1996 de 14 de novembro de 1873, foi elevado à categoria de Vila de Jequitaí, com sede no Arraial do Senhor do Bonfim, então município de Montes Claros (MG).

  3. 1881

    Pela Lei Provincial nº 2810 de 04 de outubro de 1881, foi a sede transferida para o Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Jequitaí, e mais tarde elevada à cidade de Jequitaí, pela Lei Provincial nº 3276, de 30 de outubro de 1884, época esta de notório desenvolvimento, motivado pela lavoura, e, em grande parte, pela extração de seus diamantes.

  4. 1890

    No entanto o povo de Jequitaí gozou as regalias de cidade por pouco tempo, já que a Lei nº 44 de 17 de abril de 1890 reduziu a cidade a um simples distrito, passando a denominar-se Vila Nova de Jequitaí, sofrendo um grande revés, voltando a pertencer a Montes Claros (MG).

  5. 1948

    Em 1948 foi proclamada a independência político-administrativa de Jequitaí, sendo elevada novamente a categoria de cidade pela Lei nº 336 de 27 de dezembro de 1948, constituído somente do distrito da sede.

Extraído automaticamente do histórico e da formação administrativa publicados pelo IBGE. O ano é o primeiro que aparece na frase, e nem sempre é a data exata do acontecimento.

Curiosidades

  • Altitude

    A sede do município fica a 537 metros de altitude, segundo o Wikidata.

Comparações calculadas a partir dos dados do Censo 2022 do IBGE e do Wikidata, no momento em que o site foi gerado.

O que ver e fazer

Sugestão de roteiro com 1 lugar de Jequitaí e 4 em municípios vizinhos, até 50 km do centro. A ordem segue a proximidade, não uma avaliação de pessoas.

Dia 015 paradas · cerca de 89 km em linha reta entre elas
  1. Casa Cônego Clemente LaurensPatrimônio histórico

    A 0,7 km do centro de Jequitaí (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Ruínas da Igreja Nossa Senhora Bom Sucesso (Várzea da Palma)Igreja

    Em Várzea da Palma. A 39 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Igreja de Bom Jesus de MatozinhosTemplo

    Em Várzea da Palma. A 4,7 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Antiga Estação Ferroviária de BuritisEstação ferroviária

    Em Várzea da Palma. A 32 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  5. Ponte sobre o Rio das VelhasPonte

    Em Várzea da Palma. A 13 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Lugares do Wikidata (CC0), de tipos como igrejas, museus, praças, monumentos, parques e cachoeiras, com artigo na Wikipédia, foto ou proteção de patrimônio. Não há horários, preços nem avaliação de acesso: confirme na prefeitura antes de ir. Distâncias em linha reta, não de estrada.

Quem nasceu aqui

Uma pessoa nascida em Jequitaí, segundo o Wikidata.

Lista do Wikidata (CC0), por local de nascimento declarado. Pode conter erros de cadastro e não é uma lista completa nem uma escolha editorial do site.

Onde fica

Estado
Minas Gerais (MG), região Sudeste
Mesorregião
Norte de Minas
Microrregião
Pirapora
Região imediata
Montes Claros
Código IBGE
3135605
Coordenadas
-17.2358, -44.4458
Capital
Belo Horizonte, a cerca de 304 km em linha reta
Aeroporto
Aeroporto Mário Ribeiro (MOC), a cerca de 89 km em linha reta, o mais próximo com voos regulares segundo o OurAirports

Distâncias em linha reta, não de estrada. O cadastro de voos regulares do OurAirports pode estar desatualizado: confirme a rota e o aeroporto antes de planejar.

O mapa carrega quando você chega aqui.

Os números no mapa são as paradas do roteiro. Mapa © colaboradores do OpenStreetMap.

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Cidades por perto

Sobre estes dados

Esta página é um perfil do município, montado com dados abertos e sem avaliação de pessoas: o roteiro é uma sugestão automática por proximidade, a história é o texto do IBGE e as curiosidades são comparações calculadas. Guias de viagem revisados, com fontes, existem para as cidades em Destinos.

Foto: Faagoncalves (CC BY-SA 4.0), via Wikimedia Commons.