Imagem de Cristina, Minas Gerais

Cristina

Minas Gerais · Sudeste · gentílico: cristinense

Cristina é um município em Minas Gerais, na região Sudeste do Brasil. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 10.374 habitantes em 311,3 km², o que dá 33,3 habitantes por km². É o 353º mais populoso de Minas Gerais (entre 853 com dados) e o 2.961º do Brasil. Pertence à microrregião de Itajubá, na mesorregião Sul/Sudoeste de Minas, e à região geográfica imediata de São Lourenço. Em linha reta, fica a cerca de 289 km de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

Em números

População
10.374
Censo 2022
Área
311,3 km²
Censo 2022
Densidade
33,3 hab/km²
Censo 2022
Posição
353º em MG
2.961º no Brasil, por população

De onde vem o nome

O topônimo é uma homenagem à imperatriz Teresa Cristina, esposa de Dom Pedro II. O nome foi sugerido por um filho do município, o conselheiro Joaquim Delfino Ribeiro da Luz.

Da seção “Topônimo” do artigo de Cristina na Wikipédia em português · ler no original.

O que diz o registro oficial

  • Distrito criado com a denominação de Cristina (ex-povoado de Espírito Santo dos Cumquibus), pela Lei Provincial n.º 209, de 07-04-1841, e Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Itajubá.
  • Elevado à categoria de vila com a denominação de Cristina, pela Lei Provincial n.º 485, 19-06-1850 ou 19-07-1850, desmembrada dos municípios de Itajubá e Baependi ou somente Itajubá.
  • Elevado à condição de cidade com a denominação de Cristina, pela Lei Provincial n.º 1.885, de 15-07-1872.

Trechos da formação administrativa do município, publicada pelo IBGE.

Quem nasce em Cristina é cristinense, segundo o IBGE.

História

O Sul de Minas Gerais foi efetivamente desbravado somente na segunda metade do século XVIII, quando começou a se esgotar o ouro de localidades como Sabará, Ouro Preto, Mariana, Congonhas e São João Del Rey, dentre outras. Mineradores vieram daquela região, procurando o metal nos sertões sul mineiros, que serviam de caminho do interior para o litoral. Outros os seguiram, atraídos pela possibilidade de se apossarem das vastidões de terras ainda desabitadas e pela fertilidade de seu solo.

Dessa maneira foi povoado o Sertão da Pedra Branca, localizado em uma das ramificações da Serra da Mantiqueira. Em torno do pico com o mesmo nome, a partir de 1797, surgiram 22 sesmarias. Estas eram porções de terra com medida padronizada (meia légua = cerca de 2.000 hectares), que, após serem tomadas por desbravadores, eram solicitadas em doação à Coroa Portuguesa, visando ao seu aproveitamento agropastoril. Os proprietários recebiam um documento denominado Carta de Sesmaria, que lhes garantia a posse da terra.

O local era habitado somente por um pequeno número de índios da tribo dos Puris.

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A primeira sesmaria concedida pelo Governo da Capitania de Minas Gerais no território do Sertão da Pedra Branca foi a da Barra Mansa, em 1797, recebida por João de Souza Portes. São do mesmo ano as concessões das sesmarias do Pitangal, cujo primeiro proprietário foi João Fernandes da Silva, e do Urutu, de propriedade de Manoel Cardoso de Menezes.

Entre os últimos anos do século XVIII e os primeiros do XIX, as sesmarias estabelecidas no Sertão da Pedra Branca foram: Cumquibus, Glória do Sertão, Pouso Frio (ou Paciência), Pitangal, Barra Mansa, Urutu, Barra Grande, Três Pinheiros, São Domingos (ou Diniz), Despropósito, Palmital (região hoje pertencente ao município de Carmo de Minas), Boa Vista dos Pereiras (ou Boa Vista), Sítio do Monte de Baixo (Lambari), Sítio do Monte do Bom Sucesso do Espraiado (ou Mata do Isidoro, região hoje pertencente ao município de Maria da Fé), Campos de Maria da Fé (atual Maria da Fé), Santa Cruz dos Pintos (atual distrito de Pintos Negreiros, município de Maria da Fé), Água Limpa, Vargem Grande (ou Vargem Alegre), Sertãozinho, Boa Vista do Lambari (região hoje pertencente ao município de Olímpio Noronha), Pedra Branca (ou Pedra) e Divisa da Pedra Branca.

Da sesmaria de “Comquibios” (variação do termo latino cum quibus) e de parte da sesmaria do Urutu, teve origem a cidade de Cristina.

Em 22 de maio de 1798, Domingos Rodrigues Simões, casado com Inês Monteiro de Alvarenga, recebeu a carta de doação da sesmaria de “Comquibios”, situada às margens dos rios Lambari e do Bode. No ano seguinte, Domingos, juntamente com seu filho Manoel Antônio Simões e com o Manoel Cardoso de Menezes, da sesmaria do Urutu, fizeram nova solicitação de doação de terras no mesmo local. Aí alojados, derrubaram as matas e edificaram benfeitorias, constituindo suas fazendas.

Outra sesmaria de destaque foi a da Glória do Sertão, de propriedade do padre açoriano José Dutra da Luz. Nela, o sacerdote erigiu a primeira ermida da região, dedicada a Nossa Senhora da Glória, que foi frequentada pelos habitantes pioneiros.

Ordenado em Mariana no ano de 1773, Padre Luz veio para o Sul de Minas em 1799, quando assumiu a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Pouso Alto. Isso, depois de dedicar-se à mineração em várias localidades mineiras. Somente por volta de 1810 estabeleceu-se em sua fazenda, localizada em uma das áreas mais altas da região. Trazendo consigo dois sobrinhos, estes constituíram alguns dos primeiros troncos familiares locais, tornando-se ricos e poderosos proprietários de terras.

Padre Luz foi, sem dúvida, um dos pioneiros da região, não sendo, porém, seu povoador e nem seu fundador. Faleceu em 1813, sendo sepultado dentro da antiga Igreja Matriz de Pouso Alto.

Em 1817 já havia uma pequena povoação na sesmaria de “Comquibios”, quando alguns moradores solicitaram à Diocese de Mariana licença para construírem uma capela, tendo como orago o Divino Espírito Santo. Por volta de 1820, o pequeno templo já estava concluído.

O primitivo arraial conservou a denominação de Cumquibus, sendo conhecido também como Capela do Espírito Santo. O nome latino exprime riqueza, não sendo possível uma explicação totalmente correta para ele. No dizer popular, seriam muitos os ricos que aqui residiam, certamente, nunca clara alusão à família Luz.

Pertencia à extensa comarca do Rio das Mortes (sediada em São João Del Rey), ao município de Baependi e à paróquia de Pouso Alto.

Criados o curato (capela com assistência sacerdotal) e, mais tarde, a freguesia e paróquia de Carmo do Pouso Alto (atual Carmo de Minas), Cumquibus integrou os mesmos. Tornou-se capela curada em 1824, sendo que passou a ter sacerdote residente somente no ano de 1831: Padre Dionizio José Leitão Cardial. Em 1829, foi criado o Distrito de Paz, tendo sido eleito seu primeiro Juiz de Paz o Capitão Bento Ribeiro da Silva.

Tornou-se freguesia e paróquia em 07 de abril de 1841, através da Lei Provincial nr. 209. Somente a partir daí é que recebeu oficialmente o nome de Espírito Santo dos Cumquibus. O primeiro vigário foi o Padre Antônio Caetano Ribeiro.

Com a criação do município de Itajubá, desmembrado de Campanha em 1848, Cumquibus passou a integrá-lo.

O topônimo foi permutado pela designação Cristina, seguindo determinação da Lei nr. 485, de 19 de junho de 1850, que criou o município e elevou a povoação à categoria de vila, sendo instalados oficialmente em 20 de janeiro de 1852. Foi eleito Presidente da primeira Câmara Municipal (cargo equivalente atualmente ao de Prefeito) o Comendador João Carneiro Santiago.

Com a alteração do nome, prestava-se uma homenagem a Imperatriz do Brasil, Tereza Cristina Maria de Bourbon, esposa de Dom Pedro II. O articulador da mudança foi o cristinense Joaquim Delfino Ribeiro da Luz, mais tarde nomeado Conselheiro do Império, que viria a se destacar no cenário político nacional até a Proclamação da República. Amigo íntimo de Dom Pedro, ocupou vários cargos de relevo, inclusive os ministérios da Justiça e da Guerra.

Entre os dias 1º e 02 de dezembro de 1868, a Princesa Isabel, seu marido, o Conde D’Eu, e comitiva, visitaram a Vila Cristina, hospedando-se na residência de Joaquim Delfino, em agradecimento oficial à homenagem.

Integraram o município de Cristina em diferentes épocas, a partir de sua criação, os distritos que deram origem aos atuais municípios de Pedralva (São Sebastião da Pedra Branca), Carmo de Minas (Carmo da Cristina), Maria da Fé (Campos da Maria da Fé), Natércia (Santa Catarina), Virgínia, Dom Viçoso (Rosário) e Olímpio Noronha (Parada de Santa Catarina). As emancipações ocorreram sucessivamente entre os anos de 1884 a 1963.

Em 15 de julho de 1872 Cristina foi elevada à categoria de cidade (Lei nr. 1.885) , e, quatro anos mais tarde, tornou-se sede de Comarca, isto em 08 de julho de 1876 (Lei nr. 2.273). A instalação da mesma deu-se somente três anos depois, sendo nomeado primeiro Juiz o Dr. Pedro Antonio de Oliveira Ribeiro.

Formação administrativa

Distrito criado com a denominação de Cristina (ex-povoado de Espírito Santo dos Cumquibus), pela Lei Provincial n.º 209, de 07-04-1841, e Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Itajubá.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Cristina, pela Lei Provincial n.º 485, 19-06-1850 ou 19-07-1850, desmembrada dos municípios de Itajubá e Baependi ou somente Itajubá. Sede na antiga povoação de Cristina. Constituído do distrito sede. Instalado em 20-01-1852.

Elevado à condição de cidade com a denominação de Cristina, pela Lei Provincial n.º 1.885, de 15-07-1872.

Pela Lei Provincial n.º 3.442, de 28-09-1887, e Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de Dom Viçoso e anexado ao município de Cristina.

Pela Lei Estadual n.° 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de São Lourenço e anexado a vila de Cristina.

Pela Lei Estadual n.º 319, de 16-0-09-1901, o distrito de São Lourenço foi transferido da vila de Cristina para a vila de Silvestre Ferraz.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Cristina e Dom Viçoso.

Nos quadros de apuração do recenseamento geral de I-IX-1920, o município aparece constituído de 2 distritos: Cristina e Rosário de Dom Viçoso (ex-Dom Viçoso).

Pela Lei Estadual n.º 843, de 07-09-1923, o distrito de Rosário de Dom Viçoso foi transferido do município de Cristina para Silvestre Ferraz (mais Tarde Carmo de Minas).

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936, 31-XII-1937.

Pela Lei Estadual n.º 336, de 27-12-1938, é criado o distrito de Olímpio Noronha (ex-Estação de Olímpio Noronha) e anexado ao município de Cristina.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Cristina e Olímpio Noronha.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Pela Lei Estadual n.º 2.764, de 30-12-1962, é desmembrado do município de Cristina o distrito de Olímpio Noronha. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Texto do IBGE (Cidades), reproduzido como publicado; fonte citada pelo IBGE: Cristina (MG). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://cristina.mg.gov.br. Acesso em: mar. 2014.. Pode estar desatualizado ou conter imprecisões da fonte original.

Fatos e datas

Os acontecimentos com data que aparecem no texto do IBGE sobre Cristina, em ordem cronológica. As frases estão como no original, sem resumo.

  1. 1773

    Ordenado em Mariana no ano de 1773, Padre Luz veio para o Sul de Minas em 1799, quando assumiu a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Pouso Alto.

  2. 1797

    Em torno do pico com o mesmo nome, a partir de 1797, surgiram 22 sesmarias.

  3. 1797

    A primeira sesmaria concedida pelo Governo da Capitania de Minas Gerais no território do Sertão da Pedra Branca foi a da Barra Mansa, em 1797, recebida por João de Souza Portes.

  4. 1798

    Em 22 de maio de 1798, Domingos Rodrigues Simões, casado com Inês Monteiro de Alvarenga, recebeu a carta de doação da sesmaria de “Comquibios”, situada às margens dos rios Lambari e do Bode.

  5. 1810

    Somente por volta de 1810 estabeleceu-se em sua fazenda, localizada em uma das áreas mais altas da região.

  6. 1813

    Faleceu em 1813, sendo sepultado dentro da antiga Igreja Matriz de Pouso Alto.

  7. 1817

    Em 1817 já havia uma pequena povoação na sesmaria de “Comquibios”, quando alguns moradores solicitaram à Diocese de Mariana licença para construírem uma capela, tendo como orago o Divino Espírito Santo.

  8. 1820

    Por volta de 1820, o pequeno templo já estava concluído.

  9. 1876

    1.885) , e, quatro anos mais tarde, tornou-se sede de Comarca, isto em 08 de julho de 1876 (Lei nr.

  10. 1884

    As emancipações ocorreram sucessivamente entre os anos de 1884 a 1963.

  11. 1887

    Pela Lei Provincial n.º 3.442, de 28-09-1887, e Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de Dom Viçoso e anexado ao município de Cristina.

  12. 1891

    Pela Lei Estadual n.° 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de São Lourenço e anexado a vila de Cristina.

  13. 1901

    Pela Lei Estadual n.º 319, de 16-0-09-1901, o distrito de São Lourenço foi transferido da vila de Cristina para a vila de Silvestre Ferraz.

  14. 1923

    Pela Lei Estadual n.º 843, de 07-09-1923, o distrito de Rosário de Dom Viçoso foi transferido do município de Cristina para Silvestre Ferraz (mais Tarde Carmo de Minas).

  15. 1938

    Pela Lei Estadual n.º 336, de 27-12-1938, é criado o distrito de Olímpio Noronha (ex-Estação de Olímpio Noronha) e anexado ao município de Cristina.

  16. 1962

    Pela Lei Estadual n.º 2.764, de 30-12-1962, é desmembrado do município de Cristina o distrito de Olímpio Noronha.

Extraído automaticamente do histórico e da formação administrativa publicados pelo IBGE. O ano é o primeiro que aparece na frase, e nem sempre é a data exata do acontecimento.

Curiosidades

  • Altitude

    A sede do município fica a 1.025 metros de altitude, segundo o Wikidata.

Comparações calculadas a partir dos dados do Censo 2022 do IBGE e do Wikidata, no momento em que o site foi gerado.

O que ver e fazer

Sugestão de roteiro com 1 lugar de Cristina e 11 em municípios vizinhos, até 50 km do centro. A ordem segue a proximidade, não uma avaliação de pessoas.

Dia 014 paradas · cerca de 31 km em linha reta entre elas
  1. Museu do Trem e a Locomotiva a vapor nº 423 (Cristina)Museu

    A 0,6 km do centro de Cristina (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Centro CulturalPatrimônio histórico

    Em Maria da Fé. A 16 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Chácara São BeneditoPatrimônio histórico

    Em Maria da Fé. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Santo CruzeiroMonumento

    Em Itajubá. A 15 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 024 paradas · cerca de 0,7 km em linha reta entre elas
  1. Câmara Municipal de ItajubáPatrimônio histórico

    Em Itajubá. A 0,8 km da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Palácio 26 de fevereiroPatrimônio histórico

    Em Itajubá. A 0,2 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Escola Estadual Coronel Carneiro JúniorPatrimônio histórico

    Em Itajubá. A 0,2 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Prédio da Sede Social do Clube ItajubensePatrimônio histórico

    Em Itajubá. A 0,4 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 034 paradas · cerca de 58 km em linha reta entre elas
  1. Cassino de LambariPatrimônio histórico

    Em Lambari. A 51 km da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Em São Lourenço. A 34 km da parada anterior (linha reta)

  3. Antigo Solar dos BarõesCasarão

    Em Pouso Alto. A 12 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Estação Ferroviária de ItanhanduEstação ferroviária

    Em Itanhandu. A 12 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

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Quem nasceu aqui

8 pessoas nascidas em Cristina, segundo o Wikidata.

Lista do Wikidata (CC0), por local de nascimento declarado. Pode conter erros de cadastro e não é uma lista completa nem uma escolha editorial do site.

Onde fica

Estado
Minas Gerais (MG), região Sudeste
Mesorregião
Sul/Sudoeste de Minas
Microrregião
Itajubá
Região imediata
São Lourenço
Código IBGE
3120508
Coordenadas
-22.2119, -45.2639
Capital
Belo Horizonte, a cerca de 289 km em linha reta
Aeroporto
Aeroporto Professor Urbano Ernesto Stumpf (SJK), a cerca de 129 km em linha reta, o mais próximo com voos regulares segundo o OurAirports

Distâncias em linha reta, não de estrada. O cadastro de voos regulares do OurAirports pode estar desatualizado: confirme a rota e o aeroporto antes de planejar.

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Esta página é um perfil do município, montado com dados abertos e sem avaliação de pessoas: o roteiro é uma sugestão automática por proximidade, a história é o texto do IBGE e as curiosidades são comparações calculadas. Guias de viagem revisados, com fontes, existem para as cidades em Destinos.

Foto: Daniel (CC BY-SA 3.0), via Wikimedia Commons.

Brasão: Prefeitura Municipal de Cristina (Public domain), via Wikimedia Commons.